EXPOSIÇÃO POEMOFOTOGRÁFICA INSTITUTO CAMÕES / EMBAIXADA DE PORTUGAL BRASILIA
"o nú das palavras" é um imenso mar de sensibilidade traduzido nas fotos que RENATA BIGLIA (fotógrafa de Porto Alegre) fez a nús de diversos modelos.
para essas fotos escrevi propositadamente poemas.
direi que são fotos incomuns para o que normalmente nos é apresentado sobre o tema.
a RENATA soube captar o esplendor do corpo e dar-lhe a cor da simplicidade que ele tem.
"o nú das palavras" foi um desafio por mim proposto e aceite pelas autora das fotos.
comigo em Lisboa, com ela em Porto Alegre, "o nú das palavras" é o resultado duma parceria, onde a co-autoria, a amizade, a paciência e a tolerância souberam vencer a distância consagrando um ano de intenso trabalho com "oceanos" de mails de permeio.
25 fotos para as quais escrevi poemas que, agora, vão, iniciar o seu circuito de exposição, de mostra pública.
começamos por Brasilia, cidade-capital do planalto central onde tenho imensos amigos e a sua curiosidade me espera.
começamos com o apoio da entidade máxima na divulgação da cultura Portuguesa no exterior, o Instituto Camões.
quem estiver por Brasilia ou por perto, pode ver "o nú das palavras" no Instituto Camões / Embaixada de Portugal Av. das Nações - Quadra 801 - Lote 02 Brasilia
a exposição estará patente ao público de 27 de Agosto a 10 de Setembro de 2009
na inauguração, que terá lugar no dia 27 de agosto, quinta-feira, pelas 19.30 horas, Renata e eu estaremos presentes para receber o público, entidades e os nossos amigos.
Por via dos ínumeros amigos que tenho no Brasil e particularmente em Brasilia, tenho conhecido gente bonita, amiga e divertida.
Gente da cultura, gente que marca pontos na sua actividade e que, para além de tudo, preserva os valores da amizade e do companheirismo.
Hoje, em alguns desses amigos quero não só prestar-lhes homenagem como, também, homenagear todos aqueles que, duma forma ou outra, se têm tornado presentes junto de mim.
Todos vivem nesse imenso país-irmão que é o Brasil, de muitos tenho a promessa de estarem na inauguração da exposição “o nú das palavras”, no dia 27 de Agosto, em Brasília, no Instituto Camões / Embaixada de Portugal.
Como já referi, "o nú das palavras" é uma exposição poemofotográfica cuja autoria partilho com Renata Biglia, fotógrafa de Porto Alegre / Brasil
Aqui ficam as fotos de alguns desses amigos com quem convivi recentemente.
Aqui, ao lado de Victor Alegria. Dele, uma só palavra: Um amigão! É o meu editor em Brasilia, um desbravador de iniciativas, um homem que vive e respira cultura, um Português exilado no tempo da ditadura Salazarista, que ficou pelo Brasil e que em Brasilia (e não só) todos admiram e respeitam.
Esta foto não podia faltar. Ela é apenas uma breve e fugidia imagem duma tarde bem passada. Que tarde!...O que rimos, o que brincámos... Lembrando essa tarde, esse convivio, aqui estão mais três amigos que vão estar na expo. Da esquerda para a direita: A escultora Mara Nunes (Que artista! As suas esculturas em aço e ferro mostam bem o "peso" do seu talento. Brasilia bem pode orgulhar-se desta artista!) eu, Marilia Mascarenhas Ferraz, uma esclarecida e determinada advogada para quem a musica é uma fervilhante paixão. (Estou aguardando essa vontade de musicar alguns dos poemas que aqui edito....). Por fim, Marcos Mauricio de Sousa...e que dizer do Mauricio, da sua graça afiada e do seu jeitinho malandro? Nada a dizer! Mauricio é...ímpar!
Maria Aparecida Torneros é jornalista no Rio de Janeiro e autora do livro "A mulher necessária". Na sua passagem por Lisboa dei-lhe a conhecer alguns dos locais frequentados na cidade por autores e poetas Portugueses. Também ela faz questão de estar em Brasilia na inauguração da exposição "o nú das palavras".
Foram muitos os momentos em que convivi à mesa com o Fábio José Dantas Melo, professor universitário, escritor e estudioso da raça cigana. Conhecemo-nos por intermédio do Victor Alegria aquando do estudo que realizou em Portugal. Também ele vai estar na vernissage da expo. Ele, a irmã e familiares.
a imagem que ilustra este poema refere-se à pintura "vitima da engrenagem" da autoria do meu amigo José Luis Pereira da Silva, um artista de olhar agudo sobre a sociedade que nos rodeia.
inspirado por esta tela, escrevi para ela o poema que agora edito.
há trinta e cinco anos eu já sabia que ía acontecer um movimento militar que nos podia restituir a liberdade.
desde o “balão-de-ensaio” do 16 de Março que eu andava avisado e alerta…
no dia 25 de Abril de 1974, ainda não eram sete horas da manhã,estava eu a preparar-me para enfrentar mais um dia de trabalho na Sida-sueca quando, o telefone toca e meu irmão Adalberto, ex-militar em Timor, me informa do que estava a acontecer.
lembro que chorei.
lembro que num rasgo simultâneo ri, fechei com força as mãos e disse para comigo:“tem que ser, tem que resultar!”.
ultrapassei todos os pormenores infinitos que dou à higiene diária e corri para a Baixa de Lisboa.
lembro os GNR’s, "assarapantados", bem como os militares leais à hipocrisia do governo de Caetano, lembro os militares libertadores com que me cruzei e as minhas constantes mudanças pelos cenários dos prós e contras.
nesse dia, disciplinado, pontual e cumpridor, nem pensei nos meus deveres profissionais.
fiquei-me, indiscriminadamente, pelo Rossio, Baixa, Praça do Comércio, Chiado, Ribeira das Naus, António Maria Cardoso, Largo do Camões, Largo do Carmo…
corri de local em local os locais onde a revolução aconteceu e o povo vibrou, assistindo a tudo,tudo,tudo!
quatro ou cinco vezes corri a casa de meus avós maternos, na Rua João Brás, aos Poiais de S.Bento, para relatar pormenores do que estava a acontecer.
o avô José Maria, já doente, conhecido no Exército e nos meios oposicionistas por Sargento Videira e líder da ORS – Organização Revolucionária dos Sargentos, rejubilava com o que sucedia e, da primeira vez que lhe fiz relatos, olhando-me nos olhos, num olhar de alegria e, simultaneamente, de tristeza por não viver “in loco” o momento, diz-me: “Hoje, na rua só falto eu”.
ele que esteve em revoluções e revoltas, não estava nesta…
realmente, não estava.
estava doente, impossibilitado de sair de casa.
não fora a doença e uma vida de constante luta que iniciou na sua participação na guerra de 1914/1918 e continuou por revoluções, revoltas, prisões, deportações e Tarrafal e ele, concerteza viveria esse dia de forma bem diferente mas, seguramente, bem participativa.
o dia libertador de 25 de Abril de 1974 aconteceu há 35 anos, mas continuo a trazê-lo tão presente e tão vibrante como então o vivi.
porque lembro o que a minha e tantas famílias passaram na prisão e na deportação, porque lembro todos os homens que me deram a conhecer e que conheci e que travaram uma luta desenfreada para que todos pudéssemos ser livres e senhores da nossa vontade.
uns tiveram a felicidade de viver esse dia e o que ele significou e significa para o futuro de Portugal, outros, infelizmente, não conseguiram chegar a essa luz libertadora.
ambos são credores do nosso respeito, de os termos presentes na nossa memória, de mesmo sendo tantos, gritarmos bem alto os seus nomes e lembrarmos às gerações presentes e vindouras que a liberdade se deve a eles e àqueles que desprendidamente lutaram e a conseguiram no dia 25 de Abril de 1974.
para que não hajam meninos e homens pendentes, aqui lembro aquele que foi o MEU dia e é afinal o dia de todos os Portugueses que vivem e preservam os valores da liberdade e da democracia!
por isso, sem timidez há que gritar: VIVA O 25 DE ABRIL!
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Lisboa,25 de Abril de 2009
...e o Povo saíu à rua!
foi um povão!
...e eu estava lá!!!
Lisboa, Largo do Carmo homenagem ao Capitão Salgueiro Maia
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os meus agradecimentos à jornalista Brasileira Maria Aparecida Torneros da Silva a qual, segundo sua informação,difundiu este post.
para si, aquele abraço fraterno com o meu reconhecimento.
o que a seguir vão ler, resulta da revolta de alguém que passou grande parte da sua vida na luta pela justiça social e a favor daqueles que dão o melhor de si em prol da sociedade e dum mundo melhor.
sendo laico, o que escrevi, parece ter resultado do momento inspirativo dum homem de fé e...não é o caso.
este poema "branco" tem a ver com os explorados e oprimidos e com a necessidade do homem ressuscitar um mundo melhor, se é que ele alguma vez existiu...
aproveitando os valores da fé da maioria do país que somos e a quadra que atravessamos, edito o que segue, agradecendo a generosidade daqueles que transformaram o sentimento das minhas palavras em canto no culto da sua fé.
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ressurreição
trago no peito as chagas da tua dor, os espinhos da cruz onde a palavra gemeu na apatia do homem…
trago na ressurreição da fé a força e a coragem de, nos olhos da esperança, pedir perdão e acreditar que todos somos irmãos, mesmo que a resignação de alguns não seja a de todos…
trago em mim a confiança, o querer, a vontade, para que, no melhor de nós, ressuscite o homem que, na semelhança de si, construa um mundo melhor, mais solidário, mais fraterno, mais igual.
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Os meus agradecimentos a Zélia Nicolodi e a Lu Guerreira, as quais, devidamente autorizadas, editaram estas palavras em pps, "circulando" estes pelo imenso espaço da internet.
Se as palavras pudessem traduzir tudo o que sentimos talvez o homem conseguisse definir-se melhor e com maior clareza fosse entendido.
Tudo isto a propósito do que ontem se passou na inauguração da exposição "Monstr'inhos".
Não há palavras que definam a surpresa e a sensação de ver tanta gente
Foram tantos os amigos e os convidados que a galeria excedeu a sua perspectiva de visitantes.
Francamente, francamente...GOSTEI!
Não tenho palavras que consigam definir o meu reconhecimento.
MUITO OBRIGADO a todos e em especial aos que adquriram algumas das obras expostas.
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Alguns aspectos da exposição, antes da abertura ao publico
Embora as fotos não mostrem as inumeras pessoas que estiveram na inauguração da exposição, aqui fica um conjunto delas com quem consegui "fotografar-me"
A familia, nem sempre presente, desta vez esteve "em força" Quarenta anos depois (!), o reencontro... Com Lily e uma amiga Quarenta anos depois (!), o reencontro com a musa inspiradora da minha composição "Se as flores por mim chorarem". Quarenta anos depois, um abraço sela o reencontro dos jovens de então. A jovem adolescente deu lugar à senhora e se uma era bonita a outra continua...lindissima!
Aqui está e pode ouvir a canção. (antes, faça stop no playlist do blog,à sua direita)
Com o casal Lamartine e Angela Ladeiro. Um casal simpatiquissimo! Angela Ladeiro é autora do texto de apresentação da exposição Com o pintor Pedro Charters de Azevedo, Um amigo, um mestre na arte. Com José Maria Subtil de Sousa, um "velho" amigo de sempre, um companheiro de "outras" lutas. Com o pintor Belé, juntos já participámos em algumas colectivas. Com os pintores Ana Real e Jorge Aragão, dois entusiastas do trabalho agora exposto. Com Alice Gamboa, pintora e amiga Com o autor e editor Paulo Afonso Ramos Com o Arq. Miguel Teixeira, um amigo "das politicas", um jovem que luta firmemente pelas suas convicções e objectivos. Com Joaquim Amaral, um amigo de longuissima data. Conjuntamento com ele e outros do então Grupo 8, levámos a cultura às classes mais desfavorecidas da zona oriental de Lisboa. Com Manuel Cabral,José Luis Silva e José Luis Santos, a equipa da Ideiagrafix que tanto trabalhou e apoiou a realização da exposição Com Cristina e o pintor Pedro Correia que tanto incentivou os Monstr'inhos Com os autores dos blogs "confissões de uma quase senhora" e "tretoso mor" Com o Dr.Fernando Murta, um "diplomata" na arte de falar e escrever Português. Com Manuel Marques,um companheiro de luta na defesa de ideais, na segurança e formação dos trabalhadores ligados ao mar. Com o aguarelista Gabirro Teixeira Com a simpática, sorridente e conversadora Maria do blog "maria sentidos" Com o casal Lindengrün. Eles "chegaram" recentemente ao meu nucleo de amizades. São uma ternura de amigos! Ambos artistas, gente de rara sensibilidade. Com Manuela Sousa Silva e Vasco Ribeiro ...E até houve quem solicitasse o autografo do artista.
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Para além da prenda que foi a presença de tanta gente,recebi e agradeço os "miminhos" com que me presentearam: * Angela Ladeiro - com um dos seus ultimos trabalhos (lindissimo flute!) * Ana Real e Julieta Narciso - com uns "fuminhos" made in Cuba * Delfina Mendonça - com uma das suas ultimas pinturas
Mais agradecimentos a: * Adalberto Videira Santos - meu irmão, por ter editado um "power point" com alguns aspectos da minha actividade artistica * Luis Fontan - que "vestiu a pele" de fotógrafo (e esqueceu de fotografar a "multidão"); * Angela Ladeiro - pela noticia no blog Industria-Design - http://angelaladeiro.blogspot.com * António Paiva - pela noticia no blog Coisas do burro - http://coisas-do-burro.blogspot.com * Conceição Bernardinho - pela noticia no blog Versatilidades - http://sededearte.blogspot.com * Maria sentidos - pela noticia no blog mariasentidos - http://mariasentidos.blogspot.com/ * Miguel Teixeira - pela noticia no blog miguel teixeira - lx http://www.miguelteixeira-lx.blogspot.com/ *Victor Alegria -pela noticia no blog Nós fóra dos eixos - http://www.nosrevista.com.br
Complementando, UM OBRIGADO ESPECIAL aos mais de sessenta blogs que por referenciarem o link deste, "propagaram" a noticia
Sou amigo, solidário, dinâmico, honesto, afável, convicto, imparcial, expontaneo, intransigente, desassombrado... não subjugo a razão á necessidade, não usurpo ideias, nem a criatividade.
PORTUGAL
BEM VINDO !
Nasci em Lisboa, Portugal.
Tive o previlégio de conviver com algumas das mais proeminentes figuras da cultura Portuguesa.
Há muito que estou ligado à actividade artistica desenvolvendo a minha criatividade na poesia, nas artes plásticas e, também, na musica.
Anos atrás, alguns jovens da canção Portuguesa interpretaram composições de minha autoria.
Algumas dessas composições tiveram gravação comercial e edição internacional.
Em 2007 a minha composição “Mona Kilumba”, interpretada pelo Duo N'gola, fez parte da coletânea “As 100 grandes músicas de Angola dos anos 60 e 70" - sendo o único autor/compositor representado que não nasceu, nem nunca esteve em Angola.
Colaborei com diversos programas de rádio em Portugal e no estrangeiro, escrevendo poesia, crónicas e textos de opinião.
Tenho poesia editada em disco, publicada em jornais, revistas, páginas da web e em livro editados em Portugal, Brasil e Espanha.
A convite e em parceria com a fotógrafa brasileira Renata Biglia, apresentei no Brasil, em Agosto de 2009, na Embaixada de Portugal, em Brasilia, e em Novembro de 2010, no Memorial do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, a exposição poemofotográfica "o nú das palavras".
No campo da pintura, tenho participado em diversas exposições individuais e colectivas, sendo que alguns dos meus trabalhos fazem parte de colecções particulares em Portugal, Espanha, França, Roménia, Brasil e Japão.
Em 2004, 2005, 2006 e 2011 fui distinguido pelo Artmajeur com o “Silver Award”.
De Outubro de 2008 a Julho de 2010 fui responsável e curador das exposições de artes plásticas da Galeria Dominio Público, em Lisboa, apresentando 20 exposições individuais de igual numero de artistas e 5 exposições colectivas com um total de 25 artistas.
Conjuntamente com os actores e actrizes Armando Cortez, Alina Vaz, Raul Solnado, Carmen Dolores, Jacinto Ramos, Manuela Maria, o cenógrafo Octávio Clérigo, o arquitecto Augusto Silva, o cançonetista Valério Silva, a Dra Maria Barroso e outros, sou fundador, autor dos estatutos e membro das primeiras direcções da Apoiarte / Casa do Artista, em Lisboa.
* 1969 - Revista Plateia - Dos mais do espectáculo / radio
No número 2 Jan/Fev de 2011 da Quo Magazine que se edita em Amsterdam / Holanda, a minha pintura foi um dos destaques. Para ver, clique no título da revista.
PRÓXIMA EXPOSIÇÃO DE PINTURA
Exposição no Auto Club Médico Português - Lisboa
Colectiva de pintura de 29 Novembro 2016 a 6 Janeiro 2017
COOLagens, em exposição em Olavo Gourmet de 23 de Agosto a 10 de Setembro de 2016
Exposição PRORROGADA até Novembro de 2016
ULTIMAS EXPOSIÇÕES DE ARTES PLÁSTICAS
2016 ======* Salão da Primavera do Auto Club Médico Português, em Lisboa - Exposição Colectiva de Artes Plásticas de 31 de Março a 22 de Abril === * Salão de Natal – Exposição Colectiva de Artes Plásticas do Auto Club Médico Português – Lisboa, de 10 de Dezembro a 8 de Janeiro de 2016 === 2015 ======* Exposição poemofotográfica de Neiva Sehn e João Videira Santos no Studio, em Luis Eduardo Magalhães, Bahia, Brasil, durannte o mês de Agosto === * Salão da Primavera - Exposição Colectiva de Artes Plástica do Auto Club Médico Português – Lisboa, de 7 a 29 de Maio. Todos os dias úteis, das 10.00 às 13.00 e das 14.00 às 18.00 horas, na Av.Elias Garcia,123 - 1º- Esqº, em Lisboa ===
Antologia do 2º Festival Lisboa de Poesia
Edição de Helvetia - Suiça, Setembro de 2017
Antologia Poética "Sentidos - sexto sentido"
Lua de Marfim - Portugal, Novembro 2016
Antologia Poética "Entre o o sonho e o sonho"
Chiado Editora - Portugal, Outubro de 2016
Obsessões - Colectânea Poética de Vários Autores
Lua de Marfim - Portugal, Fevereiro de 2016
"Cartas" - Colectânea Literária de Vários Autores
Lua de Marfim - Portugal, Maio, 2014
3ª Colectanea Poética do Guará - Brasilia - Brasil
Brasil, Dezembro 2012 - ESGOTADA
2ª Colectanea Poética do Guará
Brasil, Dezembro 2011 - A convite da GuarArte, sou o único autor Português a participar nesta Coletânea - ESGOTADA
IN confidências
Portugal, Novembro, 2011 - ESGOTADO
Edium Antologia Luso-Poemas
Portugal, Dezembro 2008 - ESGOTADA
Laberinto de Sentimientos
Espanha, Junho. 2006 - ESGOTADA
Esquinas do Tempo
Brasil, Março, 2005 - ESGOTADO
Telhados de Vidro
Brasil, Outubro, 2003 - ESGOTADO
meio tom
Portugal, Janeiro, 1973 - ESGOTADO
A EDITAR...
O nú das palavras
Edição em livro da exposição poemofotográfica "o nú das palavras", com fotos de Renata Biglia e poemas de minha autoria. Exposição exibida únicamente no Brasil, na Embaixada de Portugal, em Brasilia e no Memorial de Rio Grande do Sul, em Porto Alegre. - A editar
Sussurros matinais
Sussurros poéticos ao despertar da manhã... A editar
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