segunda-feira, 24 de agosto de 2009

o nú das palavras



EXPOSIÇÃO POEMOFOTOGRÁFICA
INSTITUTO CAMÕES / EMBAIXADA DE PORTUGAL
BRASILIA

"o nú das palavras" é um imenso mar de sensibilidade traduzido nas fotos que RENATA BIGLIA (fotógrafa de Porto Alegre) fez a nús de diversos modelos.

para essas fotos escrevi propositadamente poemas.

direi que são fotos incomuns para o que normalmente nos é apresentado sobre o tema.

a RENATA soube captar o esplendor do corpo e dar-lhe a cor da simplicidade que ele tem.

"o nú das palavras" foi um desafio por mim proposto e aceite pelas autora das fotos.

comigo em Lisboa, com ela em Porto Alegre, "o nú das palavras" é o resultado duma parceria, onde a co-autoria, a amizade, a paciência e a tolerância souberam vencer a distância consagrando um ano de intenso trabalho com "oceanos" de mails de permeio.

25 fotos para as quais escrevi poemas que, agora, vão, iniciar o seu circuito de exposição, de mostra pública.

começamos por Brasilia, cidade-capital do planalto central onde tenho imensos amigos e a sua curiosidade me espera.

começamos com o apoio da entidade máxima na divulgação da cultura Portuguesa no exterior, o Instituto Camões.

quem estiver por Brasilia ou por perto, pode ver "o nú das palavras" no Instituto Camões / Embaixada de Portugal
Av. das Nações - Quadra 801 - Lote 02
Brasilia

a exposição estará patente ao público
de 27 de Agosto a 10 de Setembro de 2009

na inauguração, que terá lugar no dia 27 de agosto, quinta-feira, pelas 19.30 horas, Renata e eu estaremos presentes para receber o público, entidades e os nossos amigos.

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quinta-feira, 13 de agosto de 2009

solama



transpiro o sol nos suores escorridos,

nos pardacentos que o dia conjectura…


na azáfama, na falsa transparência,

um fio sedoso prende olhares,

palavras por dizer…


na linha suspensa, no imaginário da escrita,

viro a página, a melodia sufocante,

a palavra repetida na palavra…calor!


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"horizontes de bruma", pintura a acrilico
de minha autoria com as dimensões de 50 x 70 cm

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sexta-feira, 24 de julho de 2009

eus introspectivos...



uma dedada na mágoa, um sorriso na tristeza,

o tempo cortando quietudes…


nos segredos da mão, nos gestos fechados,

raivas contidas, forças do desespero…


na ressequida lembrança, na brecha irredutível,

as palavras doem, os gritos rasgam…


…um dia voarei e na distância do sonho,

na retina exausta, no infinito cinzento,

serei ressonância, assobio do tempo,

olhos dum só despertar…

segunda-feira, 13 de julho de 2009

redondeando...



redondo desejo em teu corpo serpenteado;

redonda loucura na pérola dum beijo;

redondo segredo na maré do silêncio;

quadrados fins no vértice do fim…

quarta-feira, 1 de julho de 2009

DO BRASIL E DE BRASILIA, OS AMIGOS!

Por via dos ínumeros amigos que tenho no Brasil e particularmente em Brasilia, tenho conhecido gente bonita, amiga e divertida.

Gente da cultura, gente que marca pontos na sua actividade e que, para além de tudo, preserva os valores da amizade e do companheirismo.

Hoje, em alguns desses amigos quero não só prestar-lhes homenagem como, também, homenagear todos aqueles que, duma forma ou outra, se têm tornado presentes junto de mim.

Todos vivem nesse imenso país-irmão que é o Brasil, de muitos tenho a promessa de estarem na inauguração da exposição “o nú das palavras”, no dia 27 de Agosto, em Brasília, no Instituto Camões / Embaixada de Portugal.

Como já referi, "o nú das palavras" é uma exposição poemofotográfica cuja autoria partilho com Renata Biglia, fotógrafa de Porto Alegre / Brasil

Aqui ficam as fotos de alguns desses amigos com quem convivi recentemente.


Aqui, ao lado de Victor Alegria. Dele, uma só palavra: Um amigão!
É o meu editor em Brasilia, um desbravador de iniciativas, um homem que vive e respira cultura, um Português exilado no tempo da ditadura Salazarista, que ficou pelo Brasil e que em Brasilia (e não só) todos admiram e respeitam.


Esta foto não podia faltar. Ela é apenas uma breve e fugidia imagem duma tarde bem passada.
Que tarde!...O que rimos, o que brincámos...
Lembrando essa tarde, esse convivio, aqui estão mais três amigos que vão estar na expo.
Da esquerda para a direita: A escultora Mara Nunes (Que artista! As suas esculturas em aço e ferro mostam bem o "peso" do seu talento. Brasilia bem pode orgulhar-se desta artista!) eu, Marilia Mascarenhas Ferraz, uma esclarecida e determinada advogada para quem a musica é uma fervilhante paixão. (Estou aguardando essa vontade de musicar alguns dos poemas que aqui edito....). Por fim, Marcos Mauricio de Sousa...e que dizer do Mauricio, da sua graça afiada e do seu jeitinho malandro? Nada a dizer! Mauricio é...ímpar!


Maria Aparecida Torneros é jornalista no Rio de Janeiro e autora do livro "A mulher necessária". Na sua passagem por Lisboa dei-lhe a conhecer alguns dos locais frequentados na cidade por autores e poetas Portugueses. Também ela faz questão
de estar em Brasilia na inauguração da exposição "o nú das palavras".


Foram muitos os momentos em que convivi à mesa com o Fábio José Dantas Melo, professor universitário, escritor e estudioso da raça cigana. Conhecemo-nos por intermédio do Victor Alegria aquando do estudo que realizou em Portugal. Também ele vai estar na vernissage da expo. Ele, a irmã e familiares.

terça-feira, 23 de junho de 2009

engrenagem...



somos máquina no gélido cobertor da sociedade,

engrenagem,

rotina duma azáfama desmedida...


somos tudo,

menos sombra da nossa identidade...


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a imagem que ilustra este poema refere-se à pintura "vitima da engrenagem" da autoria do meu amigo José Luis Pereira da Silva, um artista de olhar agudo sobre a sociedade que nos rodeia.

inspirado por esta tela, escrevi para ela o poema que agora edito.

domingo, 14 de junho de 2009

...num desejo iluminado


morro num desejo
iluminado
à sombra de ti...

...como se a escuridão engolisse o dia
e a noite fosse o despertar dos sentidos...

quarta-feira, 3 de junho de 2009

matinados...


aqui, num suspiro de jade, sussurra a manhã cuspindo a névoa que a turva...

ali, na beira da mágoa,uma corça corre ao vento espantando pássaros de trevas...

mais além, onde a montanha torce o vale, tropeça a distância em vozes de assobio...

lá longe, muito longe, um peito de menina amamenta o dia de olhos pendurados...

para lá do infinito, silenciosa é a voz que debita metáforas, magoadamente, choradas...

sexta-feira, 22 de maio de 2009

fui fogueira...


fui fogueira,
razão extinguida…

outrora labareda,
fui fogo, alegria…

hoje, não mais que cinza,
sou pó, vida incendiada…

fui fogueira,
tronco da noite fria,
calor, esperança,
rumo, uma só estria…

quinta-feira, 14 de maio de 2009

o sol do sorriso é...



o sol do sorriso é um gesto no corpo,
o fio de linho que veste a nudez;

a pulsação da poesia que inebria,
a inocente leveza da gota do querer…

o sol do sorriso é um gesto no corpo,
a loucura da noite que o amor fantasia…

quinta-feira, 7 de maio de 2009

guardado em tua boca



espreguiço a colina dum sorriso,
o vale onde o sol se despenha…

…e num abraço eterno,
nos olhos redondos da existência,
beijo o céu de prata
guardado em tua boca…

quinta-feira, 30 de abril de 2009

hino labor (1º maio 2009)



voa rasgada a conspiração,
a palavra,
a revolta que o dia inspira…

nas mãos calejadas,
no dia de tantos gritos,
há unidade,
um desejo seguido…

aquele que se junta,
aquele que se une,
jamais será vencido!




Créditos:
1ªfoto - Diário Popular,1º de Maio de 1974
2ªfoto - Parte de poster da CARP (ml) 1975

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Sobre o 1º de Maio, ver mais no post de 29 de Abril de 2008

sexta-feira, 24 de abril de 2009

foi há trinta e cinco anos...


há trinta e cinco anos eu já sabia que ía acontecer um movimento militar que nos podia restituir a liberdade.

desde o “balão-de-ensaio” do 16 de Março que eu andava avisado e alerta…

no dia 25 de Abril de 1974, ainda não eram sete horas da manhã,estava eu a preparar-me para enfrentar mais um dia de trabalho na Sida-sueca quando, o telefone toca e meu irmão Adalberto, ex-militar em Timor, me informa do que estava a acontecer.

lembro que chorei.

lembro que num rasgo simultâneo ri, fechei com força as mãos e disse para comigo:“tem que ser, tem que resultar!”.

ultrapassei todos os pormenores infinitos que dou à higiene diária e corri para a Baixa de Lisboa.

lembro os GNR’s, "assarapantados", bem como os militares leais à hipocrisia do governo de Caetano, lembro os militares libertadores com que me cruzei e as minhas constantes mudanças pelos cenários dos prós e contras.

nesse dia, disciplinado, pontual e cumpridor, nem pensei nos meus deveres profissionais.

fiquei-me, indiscriminadamente, pelo Rossio, Baixa, Praça do Comércio, Chiado, Ribeira das Naus, António Maria Cardoso, Largo do Camões, Largo do Carmo…

corri de local em local os locais onde a revolução aconteceu e o povo vibrou, assistindo a tudo,tudo,tudo!

quatro ou cinco vezes corri a casa de meus avós maternos, na Rua João Brás, aos Poiais de S.Bento, para relatar pormenores do que estava a acontecer.

o avô José Maria, já doente, conhecido no Exército e nos meios oposicionistas por Sargento Videira e líder da ORS – Organização Revolucionária dos Sargentos, rejubilava com o que sucedia e, da primeira vez que lhe fiz relatos, olhando-me nos olhos, num olhar de alegria e, simultaneamente, de tristeza por não viver “in loco” o momento, diz-me: “Hoje, na rua só falto eu”.

ele que esteve em revoluções e revoltas, não estava nesta…

realmente, não estava.

estava doente, impossibilitado de sair de casa.

não fora a doença e uma vida de constante luta que iniciou na sua participação na guerra de 1914/1918 e continuou por revoluções, revoltas, prisões, deportações e Tarrafal e ele, concerteza viveria esse dia de forma bem diferente mas, seguramente, bem participativa.

o dia libertador de 25 de Abril de 1974 aconteceu há 35 anos, mas continuo a trazê-lo tão presente e tão vibrante como então o vivi.

porque lembro o que a minha e tantas famílias passaram na prisão e na deportação, porque lembro todos os homens que me deram a conhecer e que conheci e que travaram uma luta desenfreada para que todos pudéssemos ser livres e senhores da nossa vontade.

uns tiveram a felicidade de viver esse dia e o que ele significou e significa para o futuro de Portugal, outros, infelizmente, não conseguiram chegar a essa luz libertadora.

ambos são credores do nosso respeito, de os termos presentes na nossa memória, de mesmo sendo tantos, gritarmos bem alto os seus nomes e lembrarmos às gerações presentes e vindouras que a liberdade se deve a eles e àqueles que desprendidamente lutaram e a conseguiram no dia 25 de Abril de 1974.

para que não hajam meninos e homens pendentes, aqui lembro aquele que foi o MEU dia e é afinal o dia de todos os Portugueses que vivem e preservam os valores da liberdade e da democracia!

por isso, sem timidez há que gritar: VIVA O 25 DE ABRIL!

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Lisboa,25 de Abril de 2009

...e o Povo saíu à rua!

foi um povão!

...e eu estava lá!!!







Lisboa, Largo do Carmo
homenagem ao Capitão Salgueiro Maia



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os meus agradecimentos à jornalista Brasileira Maria Aparecida Torneros da Silva a qual, segundo sua informação,difundiu este post.

para si, aquele abraço fraterno com o meu reconhecimento.

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quarta-feira, 15 de abril de 2009

na sombra de um homem...




na sombra de um homem,

uma veia de sentimentos,

uma língua de abismos,

um alfabeto por inteiro,

um olhar de vogais;

uma nesga de resteas,

uma vida decapitada,

um chão de cismos,

um fim de dias magoado...

quarta-feira, 8 de abril de 2009

por um mundo melhor...



explicação prévia:

o que a seguir vão ler, resulta da revolta de alguém que passou grande parte da sua vida na luta pela justiça social e a favor daqueles que dão o melhor de si em prol da sociedade e dum mundo melhor.

sendo laico, o que escrevi, parece ter resultado do momento inspirativo dum homem de fé e...não é o caso.

este poema "branco" tem a ver com os explorados e oprimidos e com a necessidade do homem ressuscitar um mundo melhor, se é que ele alguma vez existiu...

aproveitando os valores da fé da maioria do país que somos e a quadra que atravessamos, edito o que segue, agradecendo a generosidade daqueles que transformaram o sentimento das minhas palavras em canto no culto da sua fé.


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ressurreição


trago no peito as chagas da tua dor,
os espinhos da cruz
onde a palavra gemeu na apatia do homem…

trago na ressurreição da fé a força e a coragem de,
nos olhos da esperança,
pedir perdão e acreditar
que todos somos irmãos,
mesmo que a resignação de alguns
não seja a de todos…

trago em mim a confiança,
o querer, a vontade,
para que, no melhor de nós,
ressuscite o homem que,
na semelhança de si,
construa um mundo melhor,
mais solidário,
mais fraterno,
mais igual.



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Os meus agradecimentos a Zélia Nicolodi e a Lu Guerreira,
as quais, devidamente autorizadas, editaram estas palavras
em pps, "circulando" estes pelo imenso espaço da internet.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

dardejando...



dardejo o infortúnio,

o jogo da sorte,

jogo palavras,

desesperos,

a hora da morte.

quinta-feira, 19 de março de 2009

...nada como voar no sonho



...nada como voar no sonho
e no sonho dar vida à imaginação...

se o homem não sonha,
se o homem não acredita,
a razão perde-se na existência da vida...

eu, acredito e sonho.

..por isso vou mais além,
ultrapassando hesitações, parto.

de aquém, voando, sonho,
vôo, um pouco mais,
sempre liberto,
sempre mais além!

quinta-feira, 12 de março de 2009

as minhas penas choradas...



as minhas penas choradas são a cruz do desalento,
a dor da carne chagada,
o infortúnio,
a incompreensão…

são a amargura,
o olhar triste,
a busca da lonjura…


12.03.2009
13.01h


pintura a óleo em tela, "olhar de João Videira Santos"
executada por Machado dos Santos

quinta-feira, 5 de março de 2009

foi bonito! gostei!

Se as palavras pudessem traduzir tudo o que sentimos talvez o homem conseguisse definir-se melhor e com maior clareza fosse entendido.

Tudo isto a propósito do que ontem se passou na inauguração da exposição "Monstr'inhos".

Não há palavras que definam a surpresa e a sensação de ver tanta gente

Foram tantos os amigos e os convidados que a galeria excedeu a sua perspectiva de visitantes.

Francamente, francamente...GOSTEI!

Não tenho palavras que consigam definir o meu reconhecimento.

MUITO OBRIGADO a todos e em especial aos que adquriram algumas das obras expostas.

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Alguns aspectos da exposição, antes da abertura ao publico




Embora as fotos não mostrem as inumeras pessoas que estiveram na inauguração da exposição, aqui fica um conjunto delas com quem consegui "fotografar-me"


A familia, nem sempre presente, desta vez esteve "em força"

Quarenta anos depois (!), o reencontro...
Com Lily e uma amiga

Quarenta anos depois (!), o reencontro com a musa inspiradora da minha composição "Se as flores por mim chorarem".
Quarenta anos depois, um abraço sela o reencontro dos jovens de então.
A jovem adolescente deu lugar à senhora e se uma era bonita a outra continua...lindissima!

Aqui está e pode ouvir a canção.
(antes, faça stop no playlist do blog,à sua direita)





Com o casal Lamartine e Angela Ladeiro. Um casal simpatiquissimo! Angela Ladeiro é autora do texto de apresentação da exposição

Com o pintor Pedro Charters de Azevedo, Um amigo, um mestre na arte.

Com José Maria Subtil de Sousa, um "velho" amigo de sempre, um companheiro de "outras" lutas.

Com o pintor Belé, juntos já participámos em algumas colectivas.

Com os pintores Ana Real e Jorge Aragão, dois entusiastas do trabalho agora exposto.

Com Alice Gamboa, pintora e amiga

Com o autor e editor Paulo Afonso Ramos

Com o Arq. Miguel Teixeira, um amigo "das politicas", um jovem que luta firmemente pelas suas convicções e objectivos.

Com Joaquim Amaral, um amigo de longuissima data. Conjuntamento com ele e outros do então Grupo 8, levámos a cultura às classes mais desfavorecidas da zona oriental de Lisboa.

Com Manuel Cabral,José Luis Silva e José Luis Santos, a equipa da Ideiagrafix que tanto trabalhou e apoiou a realização da exposição

Com Cristina e o pintor Pedro Correia que tanto incentivou os Monstr'inhos

Com os autores dos blogs "confissões de uma quase senhora" e "tretoso mor"

Com o Dr.Fernando Murta, um "diplomata" na arte de falar e escrever Português.

Com Manuel Marques,um companheiro de luta na defesa de ideais, na segurança e formação dos trabalhadores ligados ao mar.

Com o aguarelista Gabirro Teixeira

Com a simpática, sorridente e conversadora Maria do blog "maria sentidos"

Com o casal Lindengrün. Eles "chegaram" recentemente ao meu nucleo de amizades. São uma ternura de amigos! Ambos artistas, gente de rara sensibilidade.

Com Manuela Sousa Silva e Vasco Ribeiro

...E até houve quem solicitasse o autografo do artista.


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Para além da prenda que foi a presença de tanta gente,recebi e agradeço os "miminhos" com que me presentearam:
* Angela Ladeiro - com um dos seus ultimos trabalhos (lindissimo flute!)
* Ana Real e Julieta Narciso - com uns "fuminhos" made in Cuba
* Delfina Mendonça - com uma das suas ultimas pinturas

Mais agradecimentos a:
* Adalberto Videira Santos - meu irmão, por ter editado um "power point" com alguns aspectos da minha actividade artistica
* Luis Fontan - que "vestiu a pele" de fotógrafo (e esqueceu de fotografar a "multidão");
* Angela Ladeiro - pela noticia no blog Industria-Design - http://angelaladeiro.blogspot.com
* António Paiva - pela noticia no blog Coisas do burro -
http://coisas-do-burro.blogspot.com
* Conceição Bernardinho - pela noticia no blog Versatilidades - http://sededearte.blogspot.com
* Maria sentidos - pela noticia no blog mariasentidos -
http://mariasentidos.blogspot.com/
* Miguel Teixeira - pela noticia no blog miguel teixeira - lx
http://www.miguelteixeira-lx.blogspot.com/
*Victor Alegria -pela noticia no blog Nós fóra dos eixos - http://www.nosrevista.com.br

Complementando, UM OBRIGADO ESPECIAL aos mais de sessenta blogs que por referenciarem o link deste, "propagaram" a noticia