quarta-feira, 3 de novembro de 2010

abriu-se a voz...


abriu-se a voz no eco do pensamento
como um gemido,
como um grito inventado
na ausência do silêncio…

…se a voz rompesse ausências
o nome do teu segredo,
eu não seria fogo,
a cinza da tua existência…


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imagem da internet

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7 comentários:

Martinho da Silva disse...

Com ou sem voz,os seus poemas têm sempre amplo sentido.Abraço

Sonhadora disse...

Poeta

Simplesmente belo.

…se a voz rompesse ausências
o nome do teu segredo,
eu não seria fogo,
a cinza da tua existência…

Beijinho
Sonhadora

Fernando Santos (Chana) disse...

Belo poema...Espectacular....
Um abraço

MARTHA THORMAN VON MADERS disse...

QUERIDO AMIGO POETA, QUANTO PRAZER EM VIR POR AQUI.ANDEI AFASTADA. FOI PRECISO.
POEMA SINGULAR!
POUCOS POEMAS ME FAZEM PENSAR E ACREDITAR..ESTE FOI UM.PARABÉNS

Catarina disse...

Food for thought! : )

SAM disse...

Querido amigo,

um belo poema. Sensível e forte sem perder a suavidade. Feito com arte.

Beijos e excelente semana, João.

Graça Pires disse...

"como um grito inventado
na ausência do silêncio…"
Belíssimo!
Um beijo, amigo.