segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

fóra de mim


...e eu que habito fóra de mim,
- no momento desolado -
transfiguro o homem,
a vida do poema.

...e assim transfigurado
- no corpo do poema -
sou sentido da palavra,
a voz do dilema.

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imagem na internet
autor desconhecido

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7 comentários:

Terê. disse...

...e assim transfigurado
- no corpo do poema -
sou sentido da palavra,
a voz do dilema.

amigo , lindos versos. amei, bju tere.

Chica disse...

Maravilha,joão! abraços,linda semana!chica

Elaine Barnes disse...

As vezes o homem e o sua obra se fundem no mesmo verdo dentro do universo de seus próprios dilemas e porque não no mesmo sentido. Amei! MOntão de bjs e abraços

Paula Raposo disse...

A voz do dilema pode ser, algumas vezes, uma grande chatice!
Beijos.

Graça Pires disse...

"Transfigurado no corpo do poema" Bela imagem num bonito poema.
Beijos.

aosolhosdaalma.blogspot.com disse...

transfigurado,no poema abrindo as asas da imaginação e se deixando levar pelo vento nas brumas da iluzão,lindo seus versos,voce é de +

um abraço com carinho,
marlene

Sonhadora disse...

É o verso e reverso...o tudo e o nada.
repartido entre o ser e o estar.


Beijo
Sonhadora