sexta-feira, 30 de julho de 2010

canto 3


o canto da manhã subita que esfacela o tédio da harmonia...

a harmonia que decifra o rosário da prece agoirenta;

o agoiro que maltrata a flacidez dos dias;

os dias ignorados no rufar do mês fétido...

...e eu, como se não existisse, canto loas à imortalidade
do poema vindouro...


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"janelas de cor" - pintura a acrlico sobre papel canson

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6 comentários:

Paula Raposo disse...

E o Poeta é assim!
Beijos, João.

Sandra Antunes disse...

Pintura e poema muito do meu agrado.Parabéns a ambos.Abraço

Sonhadora disse...

Linda tela e lindo poema.

Sonhadora

Marina-Emer disse...

gracias por pasar por mi casa ...feliz fin de semana ...un abrazo
Marina

Fátima disse...

Como é bommm ler um poeta!

Beijo meu

Cadinho RoCo disse...

Dos versos cores que nascem e brotam em formas a denunciarem outras.
Cadinho RoCo